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Ele sabe o que faz Roberto Jorge Sahium

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tivinaLiLi_Bezerra

Por Roberto Jorge Sahium

Bom! Como é de ciência comum do nosso povo, o Brasil possui uma das mais graúdas coleções de peixes do mundo. Temos peixes pra todas cangas d´águas, pesqueiros e trutas.

Para melhorar a nossa ideia da ictiofauna brasileira, somente peixes com nomes de dourados ou douradas da nossa conhecença são quatro espécies catalogadas, sendo: o Dourado (Salminus brasiliensis) da bacia do Rio Paraná; a Dourada (Brachyplathystoma rousseauxii) encontrado na Bacia Amazônica; a Dourada ou Apapá-amarelo (Pellona castelnaeana) da Bacia do Araguaia-Tocantins e por fim, os Dourados que se alimentam de trutas e facilmente escarrancham junto as tranqueiras na curva da Bacia da Praça dos Três Poderes do DF.

O assunto presente é sobre Dourada ou Apapá-amarelo (Pellona castelnaeana), porém antes, vamos dar um mergulho acolá no fundo de uma canga d´água na praça dos Três Poderes, numa curva que escarrancham tudo que é de tranqueiras. A coleção de Dourados nestas ribanceiras é diversa, na realidade são peixões grandões vultosos.

Muitos aqui fora acham que este balaio de peixes é conduzido pelo Molusco (Loligo vulgaris), enganados! O comando de tudo feito pelo Poseidon, deus das terras e das águas, terremotos, trovoadas e tempestades, conhecido por seu temperamento volátil e por dirigir com seu tridente. Temido e respeitado padroeiro do Baiacu, Jaú, Pirarara, Traíra, Piranha, Fidalgo e do Molusco (Loligo vulgaris) e muitos outros helmintos alí  empoçados.

Este cardume vive em águas turvas e ácidas, mas em compensação se alimentam de democracia com importância reconhecida até pela constituição brasileira, nas grandes bancas de negociações são democraticamente valorizadas pela busca suave de captação de recursos no atacado, utilizado para estruturar operações de crédito de baixo risco, sustentadas por mecanismos genuíno ou espontâneo de criação de valor.

Mas deixando este magnífico cardume de Adorados descemos a ribanceira das correntes d´água, e apetecer nossa prosa sobre um peixe ainda pouco conhecido por muitos.

Trata-se do Apapá-amarelo (Pellona castelnaeana), comumente conhecido por “Dourada” ou “Sardinhão”, em muitas regiões. É um peixe de escamas muito valorizado acolá pelos torrãozeiros do Rio Javaés, importante para a pesca comercial, esportiva e de subsistência, em especial na Amazônia brasileira, contribuindo para a segurança alimentar e garantia nutritiva, sendo uma espécie da família Pristigasteridae pouco explorada comercialmente nas bacias do Tocantins e Araguaia.

Apapá-amarelo possui corpo alongado, achatado lateralmente que chega a cerca de 60 cm, pesam em média entre 1kg e 3kg, mas pode alcançar proporções maiores, chegando a pesar cerca de 5 kg a 6 kg ou mais em condições ideais. Apresenta coloração prateada ou dourada nas laterais e dorso mais escuro. A boca é voltada para cima, característica de peixes carnívoros vorazes com hábitos predatórios, que se alimentam na superfície, principalmente de pequenos peixes (como lambaris), crustáceos (camarões de água doce) e insetos aquáticos.

Acolá na região do Vale do Rio Javaés a Apapá-amarelo ou Dourada é corriqueiramente encontrada nas vazantes de lagoas, quando do término do período das cheias ou enchentes. Mas também são encontradas em rios de águas claras e rasas, correnteza moderada, matas inundadas e praias de areia.

A pesca deste peixe é realizada comumente com iscas à meia-água, naturais como tuvira, lambaris, varas de ação rápida, linhas de 3 a 5 Kg e anzóis pequenos. E daí prepara-se para duelar com um peixe muito brigador, audaz, acrobático, cujos saltos alcançam mais de 1 m de altura.

A Dourada ou Apapá-amarelo é um peixe saboroso, mas conhecido por ter muitas espinhas finas, e para comê-lo com segurança, o segredo está no preparo, que visa amolecer espinhas para comê-lo sem risco. A técnica usualmente utilizada pelos torrãozeiros do Javaés é “preparo na panela de pressão (método mais seguro)” sendo imperativo: cortar o peixe em postas; temperar a gosto (limão, alho, sal); adicionar cerca de 100ml a 150ml de vinagre (segredo) para 1kg de peixe na panela; deixar na pressão por aproximadamente 20 a 30 minutos. Após pegar pressão as espinhas se desintegram e a carne fica macia e deleitosa.

Inté pra noís….

*Roberto Jorge Sahium é Engenheiro Agrônomo, extensionista raiz e Imortal da Academia de Letras da Extensão Rural Brasileira, e da Academia Tocantinense do Agronegócio, encontra-se projetista agroambiental autônomo.

*Por Roberto Jorge Sahium

Bom! Como é de ciência comum do nosso povo, o Brasil possui uma das mais graúdas coleções de peixes do mundo. Temos peixes pra todas cangas d´águas, pesqueiros e trutas.

Para melhorar a nossa ideia da ictiofauna brasileira, somente peixes com nomes de dourados ou douradas da nossa conhecença são quatro espécies catalogadas, sendo: o Dourado (Salminus brasiliensis) da bacia do Rio Paraná; a Dourada (Brachyplathystoma rousseauxii) encontrado na Bacia Amazônica; a Dourada ou Apapá-amarelo (Pellona castelnaeana) da Bacia do Araguaia-Tocantins e por fim, os Dourados que se alimentam de trutas e facilmente escarrancham junto as tranqueiras na curva da Bacia da Praça dos Três Poderes do DF.

O assunto presente é sobre Dourada ou Apapá-amarelo (Pellona castelnaeana), porém antes, vamos dar um mergulho acolá no fundo de uma canga d´água na praça dos Três Poderes, numa curva que escarrancham tudo que é de tranqueiras. A coleção de Dourados nestas ribanceiras é diversa, na realidade são peixões grandões vultosos.

Muitos aqui fora acham que este balaio de peixes é conduzido pelo Molusco (Loligo vulgaris), enganados! O comando de tudo feito pelo Poseidon, deus das terras e das águas, terremotos, trovoadas e tempestades, conhecido por seu temperamento volátil e por dirigir com seu tridente. Temido e respeitado padroeiro do Baiacu, Jaú, Pirarara, Traíra, Piranha, Fidalgo e do Molusco (Loligo vulgaris) e muitos outros helmintos alí  empoçados.

Este cardume vive em águas turvas e ácidas, mas em compensação se alimentam de democracia com importância reconhecida até pela constituição brasileira, nas grandes bancas de negociações são democraticamente valorizadas pela busca suave de captação de recursos no atacado, utilizado para estruturar operações de crédito de baixo risco, sustentadas por mecanismos genuíno ou espontâneo de criação de valor.

Mas deixando este magnífico cardume de Adorados descemos a ribanceira das correntes d´água, e apetecer nossa prosa sobre um peixe ainda pouco conhecido por muitos.

Trata-se do Apapá-amarelo (Pellona castelnaeana), comumente conhecido por “Dourada” ou “Sardinhão”, em muitas regiões. É um peixe de escamas muito valorizado acolá pelos torrãozeiros do Rio Javaés, importante para a pesca comercial, esportiva e de subsistência, em especial na Amazônia brasileira, contribuindo para a segurança alimentar e garantia nutritiva, sendo uma espécie da família Pristigasteridae pouco explorada comercialmente nas bacias do Tocantins e Araguaia.

Apapá-amarelo possui corpo alongado, achatado lateralmente que chega a cerca de 60 cm, pesam em média entre 1kg e 3kg, mas pode alcançar proporções maiores, chegando a pesar cerca de 5 kg a 6 kg ou mais em condições ideais. Apresenta coloração prateada ou dourada nas laterais e dorso mais escuro. A boca é voltada para cima, característica de peixes carnívoros vorazes com hábitos predatórios, que se alimentam na superfície, principalmente de pequenos peixes (como lambaris), crustáceos (camarões de água doce) e insetos aquáticos.

Acolá na região do Vale do Rio Javaés a Apapá-amarelo ou Dourada é corriqueiramente encontrada nas vazantes de lagoas, quando do término do período das cheias ou enchentes. Mas também são encontradas em rios de águas claras e rasas, correnteza moderada, matas inundadas e praias de areia.

A pesca deste peixe é realizada comumente com iscas à meia-água, naturais como tuvira, lambaris, varas de ação rápida, linhas de 3 a 5 Kg e anzóis pequenos. E daí prepara-se para duelar com um peixe muito brigador, audaz, acrobático, cujos saltos alcançam mais de 1 m de altura.

A Dourada ou Apapá-amarelo é um peixe saboroso, mas conhecido por ter muitas espinhas finas, e para comê-lo com segurança, o segredo está no preparo, que visa amolecer espinhas para comê-lo sem risco. A técnica usualmente utilizada pelos torrãozeiros do Javaés é “preparo na panela de pressão (método mais seguro)” sendo imperativo: cortar o peixe em postas; temperar a gosto (limão, alho, sal); adicionar cerca de 100ml a 150ml de vinagre (segredo) para 1kg de peixe na panela; deixar na pressão por aproximadamente 20 a 30 minutos. Após pegar pressão as espinhas se desintegram e a carne fica macia e deleitosa.

Inté pra noís….

*Roberto Jorge Sahium é Engenheiro Agrônomo, extensionista raiz e Imortal da Academia de Letras da Extensão Rural Brasileira, e da Academia Tocantinense do Agronegócio, encontra-se projetista agroambiental autônomo.

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